Mochilão pelo Peru: como organizar? – parte II

postado em: América do Sul, Américas, Peru | 6
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Pisac

Mochilão pela América do Sul é uma viagem econômica e surpreendente. Vale a pena planejar direitinho e, por isso, segue a segunda parte do roteiro da trip pelo Peru. Como contei no outro post, fiquei três dias em Cusco. No primeiro, conheci bem o centrão da cidade. No segundo, conheci o Vale Sagrado, tema deste texto. No último, fiz um bate e volta para Machu Picchu.
Fechei o passeio para o Vale no próprio hostel, o Loki, mas imagino que existam várias agências de turismo na cidade. O tour custa 15 dólares (excluindo ingressos e refeições).
Uma van passa na porta do hostel às 8h. Em cerca de 40 minutos, chega-se a Pisac, uma das partes mais importantes do Vale Sagrado. O lugar é muito interessante: reúne plataformas, aquedutos, muralhas, fachadas e outras construções incas. Além disso, é possível visitar o mercadão de lá e garantir as lembrancinhas. Há paradas ao longo do caminho para as fotos com as fofas lhamas.
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Mercado de Pisac
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Pisac

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A próxima parada é o restaurante Tunupa, na cidade de Urubamba, para o almoço. O bufê é liberado e custa 14 dólares. São mais de 20 pratos, com opções típicas do Peru. Achei o lugar lindo e bem agradável. Recomendo!
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A seguir, vem Ollantaytambo, um forte construído nas montanhas às margens do rio Urubamba. No topo das ruínas, encontra-se o Templo do Sol, construído com monólitos que permaneceram intactos durante séculos, apesar dos efeitos do clima. Para chegar lá, é necessário subir uma escadaria. Cansativo por causa da altitude, mas nada impossível. E nem preciso dizer que a vista lá de cima é um espetáculo, né?
Muita gente opta por passar a noite em Ollantaytambo, por conta da proximidade com Águas Calientes (pouco mais de uma hora e meia de viagem de trem), de onde parte o ônibus para Machu Picchu. Eu preferi voltar para Cusco para não ter que levar a mala para o passeio pelo Vale e por não querer dormir num lugar diferente.
O ingresso para Ollantaytambo sai a 70 soles peruanos. Há um outro tipo de bilhete, válido por dez dias, que custa 130. Serve para aqueles que estiverem com tempo e quiserem explorar cada cantinho do Vale Sagrado.
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Por fim, o tour do Vale leva à cidade de Chinchero, famosa por seu tradicional mercado, onde há produtos têxteis incríveis feitos à mão. Procure experimentar lá o conhecido chá de coca. Aliás, bebê-lo alivia bastante os efeitos da altitude, assim como mascar a folha da planta ou comer as balinhas produzidas a partir dela.
Outra dica importante: se estiver planejando ir à Bolívia (posts sobre La Paz e Salar de Uyuni), a boa é se aclimatar no Peru, que fica num ponto mais baixo.
Obs.: Viagem feita em junho de 2014

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Chinchero

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