Seguro viagem internacional: o que é, quanto custa e por que você deve contratar

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Antes de conhecer outro país, geralmente surgem dúvidas na hora do planejamento: o que é um seguro viagem internacional? É realmente necessário contratar? É caro? A resposta: nem pense em viajar sem ele.

O seguro viagem evita muita dor de cabeça, principalmente se sua bagagem for extraviada ou se você precisar de assistência médica. São dois casos clássicos que podem causar bastante transtorno.

O que é um seguro viagem?

É um documento que deve estar em posse do turista durante todo o tempo, desde a imigração. Com ele, o contratante dispõe de assistência médica hospitalar e odontológica, translado de corpo, ressarcimento das compras em caso de extravio de bagagem, auxílio para cobrir despesas em caso de cancelamento de viagem etc. São várias ofertas, que variam conforme o plano escolhido.

A minha experiência

Vou contar aqui o que aconteceu comigo recentemente. Comprei uma passagem de Recife para Frankfurt com três conexões. O tempo para a última era curtíssimo e deduzo que, neste momento, minha mala foi extraviada. Mas, como eram três companhias aéreas distintas, até hoje não sei qual delas é a verdadeira culpada.

A bagagem só foi enviada ao hotel dois dias depois da data da minha chegada. Tinha levado apenas uma blusa na mochila e, sem receber qualquer previsão de quando teria a mala novamente, decidi que precisava comprar roupas. Paguei tudo com o meu dinheiro e, quando voltei ao Brasil, acionei a seguradora (Assist Card) pelo telefone (o número aparece no contrato). Logo me enviaram um e-mail informando os próximos passos.

Então, enviei as notas fiscais, juntamente com vários dados pessoais, além de um relato sobre o ocorrido. Geralmente, há um formulário padrão bem extenso para ser impresso, preenchido, assinado e enviado novamente por e-mail. 

Achei o atendimento da Assist meio lento. A atendente era um pouco enrolada e não localizava o número da minha conta bancária nos papéis, embora estivesse tudo claríssimo. No fim das contas, depois de uns dias, deu tudo certo e consegui o ressarcimento pelas compras. 

Ainda no exterior, eu entrei no site da companhia aérea e também solicitei o reembolso. E aqui vai uma dica para a hora de escolher um plano. Alguns deles oferecem o seguro bagagem complementar, que completa a indenização paga pela companhia aérea até o valor estabelecido na apólice. Outros têm o suplementar, que dá ao cliente o direito a receber, além do valor pago pela companhia, o valor previsto na apólice.

Despesas médicas

É preciso ficar atento à possibilidade de atendimento médico fora do país. Qualquer um está sujeito a sofrer um acidente bobo na rua, passar mal após comer ou até lidar com algo mais grave. No caso específico dos Estados Unidos, onde não há um sistema público de saúde, uma consulta custa cerca de 200 dólares e uma diária no hospital pode sair por até 3 mil dólares, dependendo do estado. Portanto, com seguro viagem, diante de qualquer imprevisto, basta entrar em contato com a seguradora contratada, com o número da apólice em mãos, e receberá todo o suporte.

No caso das gestantes, a atenção deve ser redobrada. Nem todos os planos das seguradoras dão cobertura a mulheres grávidas Outros fazem restrições quanto ao período de gestação e à idade (a maioria estabelece o limite de 40 anos). Algumas empresas solicitam ainda a autorização por escrito do médico para a viagem.

A Travel Ace e a Affinity cobrem gestantes até a 34ª semana e que tenham autorização do médico. A GTA e Vital Card até a 32ª semana e a Mondial Assistance e a Assist Card, até a 28ª. Procure ler muito bem todos os detalhes do plano antes de contratar. Ah, vale lembrar que a cobertura oferecida pelas operadoras de cartão de crédito (para os clientes que adquirem a passagem aérea usando o cartão) não abrange gestantes.

Seguro viagem X seguro do cartão de crédito

O seguro do cartão geralmente determina qual plano o cliente usará e, muitas vezes, a cobertura disponibilizada não é a ideal. Sem contar que a maioria trabalha com sistema de reembolso no caso de despesas médicas. Ou seja, vai doer no bolso e só depois o dinheiro vai voltar. Com as seguradoras, há uma rede conveniada à disposição, que permite o atendimento sem necessidade de desembolsar altas quantias. Portanto, não resta dúvida de qual é a melhor alternativa, certo?

Seguro viagem é obrigatório?

Nos EUA, não. Mas rola aquela questão da assistência médica, que não é gratuita. Já na Europa, é obrigatória a contratação de seguro viagem no valor mínimo de 30 mil euros de cobertura em vários países. Na imigração na Alemanha, por exemplo, me pediram para verificar o documento. Então, além de tudo o que já foi citado, se implicarem com isso, corre-se o risco de perder a viagem.

Os países que fazem essa exigência são os do Tratado de Schengen. O objetivo deles é garantir que o turista arcará as despesas médicas, inclusive em caso de óbito. São eles: Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Islândia, Itália, Letônia, Lituânia, Luxemburgo Malta, Noruega, Polônia, Portugal, República Tcheca, Suécia, Suíça, Liechtenstein e Chipre. Os únicos que não participam do tratado são Reino Unido, Irlanda, Croácia, Romênia e Bulgária.

Preço

O preço de um seguro para a Europa varia de R$ 10,40 a 22,23 por dia (valores médios para uma viagem de sete dias). Para os EUA, vai de R$ 10,40 a R$ 17,02.

Como contratar:

É muito simples. O De Boa na Trip trabalha com uma empresa parceira, a SEGUROS PROMO. Por meio dela, é possível comparar as cotações de diversas seguradoras (Travel Ace, Assist Trip, Intermac Assistance, GTA, Assist Card, April e Affinity) e optar por aquela que melhor se encaixa no seu orçamento e nas suas necessidades durante a viagem.

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As empresas listadas oferecem atendimento em português 24 horas por dia, todos os dias da semana, além de um número de chamada gratuito para emergências. Ainda aceitam ligações a cobrar do exterior.

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